Mostrando postagens com marcador clima. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador clima. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de julho de 2016

Olha o frio!!!

Durante todo o verão eu sonhei, desejei, clamei por dias mais frescos e eles chegaram. 

Demorou muito mais do que gostaria mas ele acabou chegando.

Quando a primeira massa de ar polar frio chegou forte no final do outono no sul do país congelando a todos eu tive a esperança que viveria dias melhores por aqui. 

Não deu outra!!! O frio chegou!!! 

Começamos a ver nas ruas o reflexo do inverno rigoroso: crianças com casacos, luvas, gorros e até cachecóis! Adultos com sobretudos, botas, luvas, muitas blusas de frio. Pessoas andando encolhidas, agarradas umas às outras.

O relato dos amigos era que todos estavam dormindo com meias e edredons.

Casacos escondidos foram retirados dos armários, rinites resgatadas,

A única coisa que eu não conseguia entender era "onde está o frio?" O termômetro marcava uns 16 graus e eu continuava usando apenas uma blusa fina de manga comprida, meus filhos continuavam dormindo pelados - eu tenho filhos índios, eu sei - e o Alberto continuava saindo apenas de camiseta.

Tempos bons que vivi durante uma semana. Usei calça comprida, camisa, sapato. Ah que tempo maravilhoso!!! 

Mas o sol voltou e na última semana o verão deu as caras por aqui novamente só pra me fazer lembrar que logo logo, muito em breve, daqui a pouco tempo, o sol voltará a fritar meu cérebro.

Enquanto isso, vou aproveitar o inverno rigoroso daqui. Começamos a semana hoje com uma brisa e temperatura amena que (parece) durar a semana toda.

Como disse minha mãe, vou aproveitar bem o clima que me favorece porque quando o verão voltar eu é quem serei a vítima.

Como tem sido o inverno por aí?

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Vocês conhecem o Bruno?

Já diria um amigo meu que não importa ser alguém muito importante desde que você conheça alguém muito importante.

Estávamos perto do meu aniversário e queríamos ir a alguma praia bonita, diferente, reservada e que pudéssemos aproveitar o dia.

E é aí que entra o Bruno nas nossas vidas.

Vocês conhecem o Bruno?

O Bruno nos garantiu o direito de entrar numa praia fechada, em área militar. 

Quando chegamos na portaria do Forte pediram nossos documentos, ligaram para o Bruno e o Bruno autorizou nossa entrada. E olha que éramos 9 adultos e 5 crianças!!! Esse Bruno é "o cara"!

Olha a vista de dentro do Forte no caminho até a praia!!!


E olha a praia que encontramos quando chegamos:





Isso sim é praia!!! E tão longe de casa... apenas 20 minutos.

Praia limpa, águas transparentes, sossego, árvores, sombra e o banquinho da minha mãe - minha mãe se apossou de um banquinho desses de praça, esse banquinho ia se deslocando junto com a sombra e as nádegas da senhora minha mãe.

E o Bruno ainda nos autorizou a entrar lá uma outra vez em que estávamos com muita vontade de ir a praia mas nesse esquema "mordomia". Nesta vez meu irmão foi com a gente.

Vocês conhecem o Bruno?

Nem nós! Nenhum de nós que fomos à praia!

Eu conheço minha irmã, que conhece uma pessoa, que é da família de uma outra pessoa, que conhece o Bruno que fornece algum produto no Forte. E a pessoa que conhece o Bruno nem estava na praia com a gente.

Precisamos conhecer esse Bruno pra ir direto a fonte da próxima vez e agradecê-lo pessoalmente por dias incríveis que ele nos proporcionou.

Viu só como o importante nessa vida é ter amigos?


terça-feira, 31 de maio de 2016

Rio 40 graus! Não, 50 graus.



Ah o verão!!!

"Estrelas surgindo, crianças brincando e se divertindo e eu fazendo o que a neve faz no verão.
Vou me refrescar, na areia escaldante me deitar, um bronzeado lindo pegar no verão..." 

Sempre me lembro do Olaf quando falo do verão. 

Ok! Nem todos vivem no mundo infantil... Olaf é um boneco de neve do filme Frozen e ele tem o sonho de viver o verão.

Sonho de viver no verão?!?!?! Porque ele não mora no Rio de Janeiro.

Todos sabem que eu não gosto de calor e quando nos mudamos pra cá eu só pensava em como seria o verão. Imaginei que seria um pouco de sofrimento mas nunca, jamais chegou a minha mente o quanto seria I N S U P O R T Á V E L ! ! ! !

É um calor sem fim. Você dorme, acorda, dorme, acorda e parece que o sol está lá... te abraçando!

Você liga o ventilador e não resolve. Você liga o ar condicionado e ataca a sinusite e a rinite. Você toma banho e parece que continua suado. Você põe short e regata e tem a sensação que está de burca (embora nunca tenha usado uma).

E pra ajudar, descobri que minha pele sensível, pele de nórdica, de europeia #sqn tem alergia ao sol e ao suor. Então o rosto enche de bolinhas, arde e queima mesmo passando filtro solar.

Enquanto as crianças estavam de férias o verão foi contornado. Fomos várias vezes à praia - chegando bem cedo e saindo antes do sol do meio-dia, aproveitamos a piscina do condomínio, fomos a parques. Foi possível driblar a situação. 

Quando as férias acabaram e a rotina voltou ao normal eu achei que iria morrer. As crianças saem da escola 11:45 e voltamos a pé pra casa debaixo daquele sol inexplicável.

Por várias vezes acreditei que Cássia Eller tinha acertado a profecia e o segundo sol realmente havia se instalado bem em cima da minha cabeça.

Até que enfim o verão acabou e com o fim do verão temos, enfim, o fim do calor também. Errado!!!!! Toda hora eu perguntava pra minha irmã quando é que o tempo melhoraria e ela sempre me dizia que seria em abril. Abril chegou torrando o meu cérebro pra acabar de vez com todas as minhas esperanças.

Eu cheguei a pesquisar na internet que tipo de roupa seria melhor usar em lugares quentes assim. Não achei absolutamente nada! Acho que só a NASA poderá desenvolver roupa pra isso.

Na escola das crianças há um projeto em que os pais vão até a biblioteca da escola contar histórias para a turma. No meu dia de contar história, a Ana, suave como uma parede, me disse; "mãe, pelo menos se arruma, põe uma roupa bonita, penteie o cabelo e passe batom". Só não entrei em choque porque o calor era maior do que a minha vaidade. Mas coloquei uma sandália decente, uma blusa arrumadinha, passei batom e só soltei o cabelo quando ela entrou na biblioteca.

Aposentei sapatos de salto, calças, blusas e camisas, cabelos penteados, maquiagem. Nada disso fez parte da minha vida até maio quando o calor deu uma trégua.

Continuo sem usar uma boa parte das roupas que estão no meu armário mas já consigo usar o cabelo solto e penteado (às vezes).

O trauma foi tão grande que as próximas férias de janeiro serão na neve.

Acho que de todas as adaptações na mudança a mais difícil, pra mim, foi realmente o clima. Não sei se o meu termostato vai se adaptar com o tempo ou se realmente terei meses difíceis pelo resto da vida aqui.

Mas pra quem gosta de sol, dias coloridos e longos, praia, bebidas geladas, sorvetes e afins, este é o lugar. A cidade realmente fica linda! As praias ficam lindas! O céu é lindo com a vantagem de ter menos poluição do que uma cidade como São Paulo. Não paira no horizonte aquele cinza típico de grandes metrópoles como São Paulo.

O clima não me agrada mas fez muito bem pra Ana. Ela não teve nenhuma crise respiratória, as rinites praticamente sumiram nesse período e ela ficou muito bem.

Aceito dicas e sugestões pra enfrentar melhor o próximo verão. Alguém tem alguma ideia?

No próximo post vou relatar a melhor experiência vivida até agora aqui em Niterói.